Complicações nos olhos causadas pela diabetes

É importante lembrarmos que manter uma alimentação saudável é extremamente importante, então fique atento em o que o diabético pode comer ou não (diabetes).

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Se você controla bem a sua taxa de glicêmica, é bem possível que caso tenha problemas oculares, seja de menor gravidade; ou nem apresente. Mas lembre-se: toda pessoa tem diabetes está mais sujeito à cegueira. Mas o bom é que, se você fazer exames regularmente, fica mais fácil manter as complicações sob controle.

O olho é coberta por uma membrana exterior rígida, clara e curva. A área curva é a córnea, esta é responsável pelo foco e protege o olho. A luz passa pela córnea através da pupila, depois atinge a câmara anterior, preenchida por um fluido chamado humor aquoso, depois ela atinge o cristalino, que aprimora o foco; e por fim chega à parte posterior, cheia de fluido, o humor vítreo. Desta forma a luz atinge a retina, que grava as imagens convertendo-a em sinais elétricos. Após receber os sinais o cérebro decodifica-o.

GLAUCOMA

Pessoas com diabetes têm mais de 38% de chance a mais de desenvolver glaucoma. O glaucoma é a pressão elevada nos olhos. Quando mais tempo a pessoa possuir a doença, maior o risco. Geralmente a pressão faz com que o sistema de drenagem do humor aquoso fique mais lento, causando o acúmulo na câmara anterior. Que por sua vez comprime os vasos sanguíneos que transportam sangue para a retina e o nervo óptico, isso gera a perda gradual da visão. Como tratamento para o glaucoma existe vários medicamentos e cirurgia.

CATARATA

Em modo geral, as pessoas que possui diabetes têm 60% mais chance para desenvolver catarata. Na catarata a lente clara do olho, o cristalino, fica opaca, bloqueando a luz.

IMPORTANTE: Quem possuí diabetes geralmente desenvolve a catarata mais cedo e a doença evolui mais rapidamente. Usar óculos de sol e lentes de controle de brilho nos óculos comuns, ajuda a lidar com graus leves de catarata. Agora se a opacidade prejudicar muito a visão, pode ser realizada uma cirurgia que remove as lentes e implanta novas estruturas.

No entanto, em pessoas com diabetes, a cirurgia para remoção das lentes pode facilitar o desenvolvimento de glaucoma e de retinopatia.

RETINOPATIA

Todos os problemas de retina causados pelo diabetes pode ser chamado de Retinopatia diabética. Existe dois tipos: o Não Proliferativo e o Proliferativo.

O tipo Não proliferativo é o mais comum. Os pequenos vasos sanguíneos existentes na parte de trás do olho incham e formam bolsas. Pode chegar em três estágios: Leve, moderado e grave – na medida em que não é possível a circulação nos vasos sanguíneos.

As paredes dos vasos podem perder o controle sobre a passagem de substâncias entre o sangue e a retina; e o fluido pode vazar dentro da mácula. O que gera o edema macular, onde a visão embaça e pode ser totalmente perdida. Não existe tratamento específico para retinopatia não proliferativa, mas para o edema macular formas de tratar.

Com o passar dos anos anos, a retinopatia pode avançar para um tipo mais sério, o proliferativo. Onde a retina não recebe mais oxigênio, uma vez que os vasos sanguíneos ficam totalmente obstruídos. Parte da retina pode até morrer, e novos vasos sanguíneos começam a se formar. Os novos vasos são mutio frágeis e podem provocar vazamentos e causar hemorragia vítrea e uma espécie de cicatriz que pode distorcer a retina, ou ainda, o glaucoma.

Graças ao avanço da tecnologia existe melhorias no tratamento da retinopatia diabética, como as técnicas de fotocoagulação, o laser e a vitrectomia. Então, quanto antes a doença for diagnosticada, maires são as chances e sucesso na terapia.

Novamente eu ressalto a importância em manter uma boa alimentação para diabeticos, considerando que os fatores de risco da retinopatia são o controle da glicose no sangue, o controle da pressão, o tempo de convivência com o diabetes e a influência genética. A retinopatia não-proliferativa é muito comum, principalmente entre as pessoas com diabetes Tipo 1, mas pode afetar aqueles com Tipo 2 também.

Um quarto das pessoas que possui diabetes pode ter algum problema em algum momento da vida, logo a retinopatia proliferativa é menos comum afetando uma quantidade menor de pessoas.

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